Sou um sujeito indeterminado!
Um substantivo próprio,cheio de adjetivos (bons e ruins)que não consegue viver longe dos meus verbos, mas hoje não sou mais tão dependente deles...eu queria não amar tanto meus queridos artigos mais sem eles fico meio que sem sentido! Alias estes não são poucos, são sempre diferentes um dos outros, mas todos tem sua importância em minha vida! Alguns são como cometas, chegaram e fizeram a diferença, mas depois foram embora e deixaram saudades... outros são como estrelas, talvez não brilhem tanto quanto cometas, mas sei que sempre estarão aqui quando a escuridão da noite me fizer chorar... de certo sou um sujeito inexistente, mas de uma forma livre(Matoso Câmara) cercada de formas presas e dependentes de uma amizade incomparável...
agradeço então à última flor do lácio...
obrigada Língua Portuguesa!
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